27 Novembro 2005

Teia

Assim, ostentando o orvalho da manhã nem parece uma armadilha silenciosa, à espera de um qualquer incauto que passe. Lembra-me Cavaco que silenciosamente vai tecendo a sua teia, também ele à espera das vítimas distraídas que fiquem ao seu alcance.

24 Novembro 2005

Rio Azul!

Não há no mundo um Rio Azul igual ao teu
que em certos dias é mesmo da cor do céu
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22 Novembro 2005

Curvado

Cansado. Com o dorso curvado pelo peso dos dias e pela miséria das mentiras diárias.
Ou apenas um ser despojado e humilde, como se tivesse saído agora de um qualquer útero.

21 Novembro 2005

Barrete

Para quando políticos que deixem o barrete ganhar teias de aranha, em vez de teimarem em lhe dar uso a toda a hora.

16 Novembro 2005

Barba

Com um tejadilho como tecto e um retrovisor como espelho, ainda sobra vontade para o barbear matinal.

12 Novembro 2005

Memória 2

Mais um exemplo, da dinâmica económica característica do Cavaquistão, de má memória.
Em busca de mais um tacho e a sonhar com o presidencialismo, até é capaz de dizer mal de si próprio. Como dizia o poeta, "ó glória de mandar, ó vã cobiça....."

10 Novembro 2005

Memória do cavaquismo

O silêncio de Cavaco destina-se a fazer esquecer a marca que deixou na sociedade portuguesa. Cabe a quem tem memória, relembrar o milagre cavaquista. Deixo aqui alguns habitantes desse oásis, ostentando traços da genialidade económica dinamizada pelo sr.Anibal de Boliqueime.

09 Novembro 2005

04 Novembro 2005

Aviso

Aos interessados, informo que encontrei o interruptor que acende a luz ao fundo do túnel. Contrariamente ao que nos querem fazer crer, não se encontra relacionado com nenhuma candidatura à presidência. É apenas um modesto interruptor, que já nem deve funcionar, depois de tantos anos de inactividade.