Rastos de um tempo curto, de um tempo presente.Rastos de um tempo parado na ruína das coisas, na ruína dos dias.
Rastos de um futuro que se adivinha incerto, confuso.
Rastos de uma passagem por um lugar de ficar,
parado e sem futuro.
Rastos de um tempo curto, de um tempo presente.
Inaugura hoje a exposição colectiva do ImaginArte 2009, onde podem encontrar algumas das fotografias que realizei sobre Cacilhas. É às 19 horas no Forum Romeu Correia, em Almada.
Como uma mancha de óleo, as novas construções vão tomando conta da paisagem. Para trás ficam as que já foram novas, e que, já não têm forças para acompanhar este movimento.
Parece que se comemora o dia da fotografia. Apesar de não saber o porquê da efeméride, deixo aqui a minha homenagem a todos os fotógrafos.
Aguçada a minha curiosidade pelo amigo Ruimn, fui até Montemor-o-Novo espreitar a excelente exposição do Erwin Olaf. Dessa visita, deixo-vos aqui um exemplo de como vi a exposição.

Aspecto do conjunto arquitectónico conhecido como santuário do cabo espichel. É uma das alas de hospedaria, que alojavam os peregrinos que aqui se deslocavam. Hoje é mais um bom exemplo de degradação, apesar de ser um imóvel de interesse público desde 1950.
Quando vi a foto do Miguel Almeida, lembrei-me que também tinha andado pela Mourisca a fotografar e ainda tinha presente aquele nome. Fui ao baú e aqui fica, dedicada ao Miguel.